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sexta-feira, 12 de abril de 2019

Sobre consultas na psiquiatra, coxinhas de copo do centro e brechós do Instagram

Hoje eu fui à psiquiatra. A consulta era em Porto Alegre, às dez e quarenta da manhã, fato que me fez acordar às oito da manhã de uma sexta-feira com a mínima vontade de ir ao médico. Eu e meus pais pegamos o ônibus às nove e quinze, e lá fomos nós em direção à capital. Chegamos lá era em torno de umas dez horas. Eu e meu pai fomos ao médico enquanto minha mãe foi trabalhar. Não sou muito fã de consultas médicas, mas eu gosto de ir à psiquiatra. Conversamos sobre tudo o que aconteceu nos últimos três meses. A minha formatura, o fim do meu relacionamento, o começo de outro, o sentimento de que estou fazendo algo errado ao gostar de uma garota; falamos sobre tudo isso. Ela diz que tenho esse sentimento de que algo está errado porque relações homoafetivas ainda não são vistas como algo completamente "normal" pela sociedade e que o pior preconceito que podemos ter é com nós mesmos. Isso fez com que eu pensasse que, mesmo depois de ter me assumido como bissexual para os meus pais há quase quatro anos, a única pessoa que ainda não aceita isso sou eu mesma. E acho que ainda vai demorar um pouco para eu digerir de vez o fato de que gosto de meninas. Mesmo tendo me descoberto aos quinze anos, sinto que a bissexualidade ainda é algo novo para mim. É algo na qual eu ainda não sei por completo, mas mesmo assim não gosto de ouvir certos comentários sobre minha sexualidade, como o fato de que é "mais fácil" eu me relacionar com alguém porque eu tenho o dobro de opções, ou que bissexuais não são confiáveis para manter um relacionamento. Acho que o B do LGBTQ+ ainda não têm tanta visibilidade quanto deveria. Por outro lado, fui direto do centro de Porto Alegre para o centro da minha cidade e acabei almoçando por lá. Comi um copo médio de coxinhas de frango, queijo e carne. Fiz meu caminho até a psicóloga na companhia de um copo cheio de coxinhas. Chegando lá, esperei uns dez minutinhos e entrei na bendita sala branca na qual faço terapia. Falei para ela que eu tinha ido à psiquiatra de manhã, sem ignorar o fato dela ter comentado que daqui alguns meses poderíamos diminuir as doses dos meus medicamentos, e contei as novidades da semana: falei sobre a vaga de auxiliar de biblioteca da Cesuca e sobre a impressão que eu tinha de que não tínhamos nada para conversar, já que minha vida andava totalmente parada. No final, acabamos jogando UNO enquanto conversávamos. Depois, saí do consultório e fui à loja da amiga da minha mãe, pois eu estava com saudades de passar minhas tardes lá, então por que não fazer uma visita? Acabei encontrando uma outra amiga minha lá e passamos um bom tempo conversando sobre a vida e tudo mais. Final da história: cheguei lá duas e meia e só saí de lá às cinco. A amiga da minha mãe me trouxe em casa. Quando cheguei, lavei a louça da pia enquanto ouvia música (cantarolei minha playlist do Youtube composta inicialmente por Devilish do Chase Atlantic, Talking Body da Tove Lo, Counting Stars do OneRepublic e Youngblood do 5 Seconds Of Summer) e, após minha mãe ter chegado, dei comida para os seres de quatro patas na qual divido o teto. Ah, outra novidade: criei um brechó no Instagram. Ele se chama Old Alaska. Por enquanto, só postei três peças, mas pretendo garimpar mais roupas por aí para vender. Bom, essas foram as novidades do meu mundinho. Muito obrigada a você que leu até aqui. Espero que você esteja tendo um bom final de semana.

terça-feira, 9 de abril de 2019

E se eu trabalhasse numa biblioteca? Seria um privilégio ou mais um trabalho qualquer?

Pois é, meus caros, Katherine e a saga das vagas de trabalho continuam. A vaga da vez é para auxiliar de biblioteca em uma faculdade na cidade vizinha. Fica a uns três quilômetros da minha casa. Falando de um jeito bem gravataiense, fica a seis paradas de distância de onde eu moro. Estou confiante. Acho que tudo que envolva livros é algo na qual eu me sinto minimamente confiante. Já falei para duas da minhas amigas sobre eu ter mandado meu currículo para essa vaga e cada um deles teve uma reação diferente. Um delas disse que esse seria o meu emprego clichê dos sonhos; já a outra, despejou tantas energias positivas em cima de mim que, se eu for chamada para um entrevista, faço questão de agradecer a ela. É clichê dizer dizer uma coisa dessas, mas se eu vou conseguir esse emprego ou não é uma questão que só será respondida com o tempo. Me desejem boa sorte, galera. Enfim, esse foi um mini update sobre o que anda rolando no meu mundinho. Espero que você esteja tendo uma boa semana.

segunda-feira, 18 de março de 2019

Será que é normal eu querer escrever cartas de amor para todas as pessoas que eu já amei também?

Terminei de ler Para todos os garotos que já amei quando estava na praia, mais especificamente numa sexta-feira, dia 8 de fevereiro. E, parando para repensar no plot da história, é algo um tanto quanto original porque, convenhamos, cartas de amor não é um assunto abordado com frequência em livros YA. A base do enredo é: Lara Jean é uma jovem americana com descendência coreana que escreve cartas de amor para todos os garotos que já amou (cinco ao todo) e as guarda em uma caixa de chapéu que ganhou da mãe. Mudando completamente de assunto, um dia desses dias foi aniversário de uma amiga minha e eu já fui apaixonada por ela alguns anos atrás. Eu fiz um textão de aniversário para ela e relembrei o fato de que eu já gostei dela no passado. Eu admiti que estava pensando em escrever cartas de amor para todos as pessoas que já amei e ainda comentei: "agora eu tô pensando como seria a tua carta". Sinceramente, ainda mantenho essa ideia em mente, mas é uma lista tão grande de pessoa: Guilherme da 1ª série; Matheus da 5ª série; Mariana do 1º ano... E pensar que ainda tem mais umas quatro pessoas para completar a listinha de crushs da dona Katherine. Estou pensando em usar as folhas dos meus cadernos antigos para escrever as cartas, mas não sei se faço cartas-rolinho com uma página colada na outra para fazer uma espécie de pergaminho ou cartas normais, mas convenhamos que cartas-rolinho é uma opção um pouco mais original do que meras  folhas pautadas rabiscadas com palavras que refletiam meus antigos sentimentos. Enfim, ainda não sei quando irei embarcar nessa jornada pelos meus antigos amores, mas espero que seja tão emocionante quanto eu esteja imaginando. Muito obrigada a você que leu até aqui. Espero que você esteja tendo um bom início de semana.

domingo, 10 de março de 2019

O dia em que eu percebi que minha vida amorosa finalmente existia e a saga das fotos 3x4

Minha vida anda uma completa bagunça e eu nem tenho o que reclamar porque eu nunca fui o tipo de pessoa muito organizada. Essa foi uma semana bastante agitada, recheada de acontecimentos que me fizeram crer que minha vida daria um belo chick lit escrito pela Jenny Han, autora do livro Para todos os garotos que já amei. Falando nela, estou lendo P.S.: Ainda amo você, segundo livro da trilogia, e estou adorando. Até me incentiva a fazer que nem a personagem principal e escrever cartas da amor para todas as pessoas que já amei. Sendo sincera, seria uma lista longa, mas eu me daria ao trabalho de fazer cada uma das cartas. Basicamente, contarei os fatos por ordem cronológica. Então, vamos lá.

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Sobre cafeterias do Walmart e entrevistas de emprego

Enfim, a sumida apareceu. Sei que dei uma sumida monstra, mas cá estou eu, de volta à ativa. Acho que posso dizer que aproveitei muito bem esse meio tempo em que sumi. Fiz alguns trailers, desenvolvi uma nova história que está dando muito certo, finalizei uma fanfic de 50 capítulos que terminou em pizza e ainda consegui uma entrevista de emprego marcada para hoje às 16:30 da tarde. Acordei e voltei a dormir inúmeras vezes hoje de manhã e eu cheguei a sonhar com a bendita entrevista. As definições de ansiedade foram atualizadas. Algumas pessoas me desejaram boa sorte na entrevista e isso faz com que eu me sinto estranhamente confiante. Acho que isso é uma coisa boa, né? Sendo a perfeita iludida que sou, já consigo me imaginar trabalhando lá; com direito a avental e meu mais novo fiel escudeiro, também conhecido como meu mais novo par de All Star preto de cano alto. Ei, vocês lembram daquele caderninho que eu comprei na Riachuelo que eu falei no post Sobre cadernetas da Riachuelo e dias entediantes? Resolvi usar ele como meu caderno de viagens, tanto que estou planejando viajar novamente à Caxias do Sul esse final de semana. Pretendo contar todas minhas aventuras pela serra gaúcha nele, mas preciso ser realista e relembrar o fato de que talvez minha missão tenha que ser abortada devido a entrevista, já que eu não sei quando receberei uma resposta, mas pretendo perguntar para a entrevistadora quando ela me retornaria. Enfim, esse foi meu update do mês de janeiro. Pretendo retomar ao meu querido cantinho muito em breve, de preferência com muitas coisas positivas para contar. Enfim, muito obrigada a você que leu até aqui. Espero que você esteja tendo uma ótima semana.

sábado, 15 de dezembro de 2018

Sobre escritos da semana, playlists infinitas e músicas de formatura

Hoje é uma daqueles finais de semana em que passo a noite sozinha em casa. Meus pais foram ao aniversário da minha vó em um bar de Porto Alegre e bom, eu não me sinto lá muito à vontade em determinadas ocasiões, então resolvi ficar em casa. Ultimamente, tenho me focado bastantes nas minhas histórias, tanto que finalizei A fúria imensurável explicita em folhas pautadas e estou determinada a finalizar O ímpeto findável coligado ao convívio súbito até o fim desse ano. Consegui escrever em torno de umas 186 palavras em Humano Felix, que juntando com as palavras que eu já tinha escrito totaliza um total de 351 palavras e minha média de palavras por capítulo é 1250. Basicamente, podemos dizer que ainda tenho muito o que escrever pela frente. Em relação a música, hoje eu tirei o dia para ouvir a playlist infinita do Spotify e cara, é uma playlist só de k-pop. É basicamente meu sonho de playlist. No momento estou ouvindo Goodbye Summer do f(x) em parceria com o D.O do EXO. Minha formatura é semana que vem e eu ainda não escolhi a música que usarei para entrar. Estou entre No Air do THE BOYZ e High Hopes do Panic! At The Disco. Espero conseguir escolhê-la até semana que vem. Enfim, vamos ficando por aqui. Espero que você esteja tendo um bom final de semana.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Sobre cadernetas da Riachuelo e dias entediantes

Meu pai me comprou um caderninho do Stranger Things que encontrei lá na Riachuelo de Porto Alegre. Ainda estou pensando de que modo irei usá-lo. Pensei em fazer dele meu caderno de leituras, ou um caderno onde eu possa escrever alguns dos meus textos, mas ainda não tenho certeza absoluta sobre o destino da bendita caderneta. Não sei ao certo como proceder com esse post. Sinceramente, minhas aulas acabaram e isso faz com que eu me sinta um tanto entediada por não ter o que fazer no horário da manhã além de dormir. Estou pensando em tentar escrever, mesmo que esteja sem muitas ideias em mentes e travada em Humano Felix mais do que gostaria, ou tentar finalizar alguns pedidos de trailer que se encontram atrasados, além de ler Alice no País do Espelho. Ainda estou à espera de uma resposta da Saraiva, que parece não chegar nunca, mas só fazem quinze dias que eu me inscrevi no processo seletivo. Estou na expectativa de que receberei uma resposta até o final dessa semana, se não é capaz de eu morrer de ansiedade. Enfim, espero que você esteja tendo um bom início de semana.

sábado, 8 de dezembro de 2018

Cuidado com a louca da vaga

Finalmente, minhas aulas acabaram. Posso dizer que estou praticamente formada no Ensino Médio e só irei estudar no cursinho pré-vestibular que pretendo fazer ano que vem. Agora falando da vaga da Saraiva, eu checo o site de inscrição, no mínimo, umas dez vezes por dia. Já perdi a conta de quantas vezes entrei lá com as expectativas nas alturas para chegar a hora e não ver absolutamente nada de novo. Alguns dias atrás, vi que abriu duas vagas para vendedor em dois shoppings distintos da capital. Eu me controlei, juro que me controlei, mas hoje não contive meus nervos e resolvi mandar meu currículo para uma das vagas porque vai que é agora que eles me chamam? Sei que isso é loucura, já que é a quinta vaga na qual eu me candidato em menos de duas semanas, mas eu não consigo racionar que devo deixar uma oportunidade dessas passar. Eu estou louca para trabalhar e ter meu próprio dinheiro, ainda mais quando se trata de um cargo em uma livraria. Afinal, seria maravilhoso não precisar mais viver às custas dos meus pais, sem contar que eu finalmente poderia presenteá-los em datas comemorativas como aniversários, dia dos pais e dia das mães. Eu finalmente me sentiria responsável e até mesmo um tanto quanto adulta tendo um emprego, além de poder pagar meu próprio curso da faculdade. Acho que seria boa parte da realização dos meus sonhos em míseras oito horas e meia de trabalho. Novamente, respondi o questionário de conhecimentos gerais e atualidades do Saraiva, porém houve algo de diferente quando terminei o teste: abriu um outro teste perguntando como eu gostaria que fosse meu modo de contratação e em qual horário eu estaria disponível para trabalhar, que seriam das 10:00 às 18:30 e das 13:40 às 22:00. Escolhi a primeira opção com a ajuda do meu fiel escudeiro, o Polvo do site Pergunte ao Polvo. Esse final de semana minha mãe foi viajar a trabalho e eu e meu pai estamos sozinhos. Estamos vivendo à base de comidas feitas por terceiros. Hoje estamos planejando comer yakisoba no food park aqui perto de casa. Enfim, muito obrigada por ler até aqui. Espero que você esteja tendo um bom final de semana.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Ainda falando sobre ansiedade e escritos do dia

Cá estamos nós, começando mais uma semana, desta vez, integrada ao mês de dezembro. Por um lado, estou feliz que o ano está acabando; por outro, ainda gostaria que 2018 durasse mais do que meras quatro semanas. Minha ansiedade em relação a vaga da Saraiva continua a mesma. Não faz nem uma semana que eu mandei meu currículo e eu já estou esperando ansiosamente por uma resposta. Acho que sou muito afobada. Por outro lado, escrevi bastante hoje. Escrevi um total de 7 capítulos de O ímpeto findável coligado ao convívio súbito, uma fanfic extremamente dramática na qual eu estou trabalho desde o ano passado. Acabei tomando um rumo completamente diferente do esperado e espero conseguir conduzir a história corretamente. Infelizmente, ainda não consegui proceder em Humano Felix desde que terminei o sexto capítulo, o que me deixa um tanto triste porque é um plot na qual eu gosto muito. Contudo, espero conseguir proceder nas fanfics nos próximos dias, assim como espero que você esteja tendo um bom começo de semana.

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Ansiedade, por que me assombras?

Ando extremamente inquieta desde que resolvi me inscrever para as vagas da Saraiva. Checo o site de inscrição, no mínimo, dez vezes ao dia com o objetivo de encontrar algo que sinalize o fato de que consegui seguir adiante. Maldita ansiedade. Ainda falando de aflição, mal posso esperar para as aulas acabarem para que eu finalmente possa me formar. Essas últimas semanas têm sido torturantes tanto no quesito escolar, quanto no quesito pessoal. Estou em busca de novos métodos de reprimir minha ansiedade em relação ao mundo, mas eu tenho o estranho sentimento de que praticamente tudo me deixa ainda mais ansiosa, o que parece tornar tudo pior do que já estava. Sem contar o fato de que estou esperando ansiosamente pelo resultado das inscrições de um projeto na qual me inscrevi como beta reader. Às vezes, imagino que deveria "descontar" minha ansiedade em alguma coisa, mas ainda não achei algo "digno" para ser feito. Na maioria das vezes, penso em ler. Mas, na realidade, eu acabo deitada na cama, pensando naquilo que fiz de errado a uma semana atrás e me repreendendo por causa disso. Espero arranjar um meio eficaz de diminuir minha ansiedade, mesmo que isso inclua tomar chá de camomila antes de dormir. Enfim, por enquanto é só. Muito obrigada a você que leu até aqui. Espero que você esteja tendo uma boa semana.

terça-feira, 27 de novembro de 2018

Oportunidades vem e vão

Já dizia All Time Low em Somewhere In Neverland: "say goodbye to the halls and the classes, say hello to the job and the taxes". O ano está chegando ao fim e com ele veio novas oportunidades. Eu, louca tanto para me formar quanto para trabalhar, resolvi tentar a vez na Livraria Saraiva. Vi no site que haviam em torno de sete vagas disponíveis e duas delas são do meu interesse: uma como caixa num shopping da capital e outra como auxiliar de loja, também em um shopping da capital. Mandei meu currículo para ambas. Tive que fazer um mini teste sobre atualidades e conhecimentos gerais em ambas as vagas, porém a vaga de caixa disponibilizou a elaboração de uma dissertação sobre o tema: "o papel do profissional do varejo". Me sinto minimamente confiante, mas confesso que estou com as expectativas lá em cima e gostaria de não me decepcionar tanto quanto o esperado caso as coisas não deem certo. Enquanto isso, estou voando em meio aos inúmeros devaneios de uma Katherine animada para trabalhar novamente. Minha primeira experiência no mercado de trabalho não foi uma das melhores, principalmente pelo fato de que eles não assinariam minha carteira, o que foi um dos principais fatores que fizesse com que eu acabasse deixando o trabalho como atendente de bazar e voltasse à estaca zero como estudante e procrastinadora. Admito que às vezes sinto falta de trabalhar lá no bazar, mas não é sempre. Enfim, chegamos ao fim de mais um post. Muito obrigada a você que leu até aqui. Espero que você esteja tendo uma ótima semana.

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Como é bom escrever

Depois de dias, talvez semanas, sem me dedicar à nenhuma das minhas histórias, finalmente tomei coragem para encarar um documento antes em branco e transformar minhas ideias em narrativas fantasiosas com um toque de realidade. Escrever é um hábito na qual eu adquiri com o passar dos anos e agora tenho o costume de escrever sempre que posso. Ou, pelo menos, sempre que sinto vontade porque não há nada pior do que fazer algo sem o mínimo ânimo para aquilo. Aos curiosos, estou dedicando meu tempo à Humano Felix (um dos meus trabalhos que ainda está em andamento, mas já tem meio caminho andado) e à história-até-então-sem-nome, mas se trata de uma releitura do conto do Peter Pan em um cenário mais atual, porém mágica o suficiente para ser considerada um protótipo de high fantasy. É minha primeira vez escrevendo algo do gênero fantasia e, até o momento, tem sido fascinante desenvolver uma história em tal cenário. Preciso confessar que se quer cheguei na parte fantasiosa do enredo, mas até o momento, tem sido fantástico. E olha, uma piadoca! Enfim, me despeço de você que leu até aqui. Muito obrigada por ter lido. Espero que você esteja tendo um bom final de semana.

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Final de ano é sempre meio estranho, né?

Hoje tive que apresentar um trabalho de Filosofia sobre Silvio Romero. Confesso que não estava preparada. Na verdade, acho que eu nunca me sinto preparada quando se trata de apresentações de trabalhos. Felizmente, eu e meu amigo nos saímos bem. Sei que nós garantimos a nota, pelo menos. Sinto que o tempo está passando rápido demais. Acho que é o sentimento de ressaca pós-ENEM. Além do mais, terminei de ler Quem é você, Alasca? e agora não sei qual livro ler. Estou entre Hollywood, do famigerado Bukowski, Macário, do Álvares de Azevedo, Boa Noite, da Pam Gonçalves, e Eleanor & Park, da Rainbow Rowell. Talvez eu leia os quatro ao mesmo tempo. É uma opção tentadora. Comprei Macário quando saí com uma amiga no final de semana e não sabia que se tratava de uma peça teatral. Isso somente me deixa ainda mais curiosa sobre a premissa do livro. Sinto que esse feriado passou voando. Não sei se é o efeito do final do ano, mas parece que tudo está passando rápido demais. Tenho uma prova de Biologia na sexta e eu não sei absolutamente nada sobre o conteúdo. Pressinto que tirarei uma nota baixa. Mas e vocês? Como andam? Muito ocupados? Me contem. Estou doida para saber. Vamos ficando por aqui. Muito obrigada a você que leu até aqui, um beijo e até mais.

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Algo como a premissa da vida

Infelizmente, não tenho muitas coisas para contar dessa vez. Fiz a prova do ENEM ontem e acabei dando as caras com questões que eu sabia o conteúdo, o que foi um milagre, por mais que meu número de acertos continue baixo. Faltei aula de novo e meu pai está mais do que convicto de que vou rodar por falta, mas meus cálculos insistem que posso faltar mais dez vezes. Sinto que eu o desaponto demais, mas juro que não faço isso de propósito. Eu realmente não aguento mais ir à escola e por mais que ele diga que falta somente um mês, isso não me anima a continuar, muito pelo contrário: sinto que isso me desanima ainda mais. Mas uma coisa é certa: ou eu aguento mais um mês, ou eu aguento mais um ano, e eu sinceramente prefiro a primeira opção, por mais difícil que seja. É nessas horas que eu desejo ter um terceiro ano como a nona série, que eu tenho quase que certeza absoluta que foi uma das melhores turmas que eu já tive porque, por mais que eu não falasse com todo mundo, era uma turma na qual eu me sentia confortável. Acho que desde que eu entrei no Ensino Médio, que foi meu monstro de sete cabeças desde que saí do Fundamental, eu não me sinto mais bem-vinda. Não é como se eu fosse o clichê de fanfic da garota solitária; eu tenho amigos, mas vocês nunca pararam para se questionar como seria se você não estivesse ali e se isso faria alguma diferença? Ando me questionando arduamente sobre isso. Acho que talvez eu esteja tendo uma crise existencial. Enfim, gostaria de agradecer a você que leu até aqui. Muito obrigada por ler meus sentimentos. Espero que você esteja tendo um ótimo início de semana.

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Para todxs xs garotxs que já amei

Querido primeiro beijo, acho que você não sabia o que estava fazendo quando me beijou. Lembro exatamente do dia em que isso aconteceu: foi numa sexta-feira, dia 19 de junho de 2015, uma semana depois do dia dos namorados. Sei que é bizarro eu lembrar tão nitidamente de um momento como aquele, mas é que foi algo inevitavelmente memorável. Verdade ou desafio. Eu, você e mais duas amigas no banheiro da escola. Giramos a garrafa e caiu em mim e na loira. "Verdade ou desafio?", "Desafio", "Beija a Dieny". Simples assim. Em um minuto, você estava na minha frente; no outro, você subiu em cima de mim. Eu me senti em um anime yuri ao ter uma garota de quatro em cima de mim. Não lembro ao certo se eu literalmente ri de nervoso quando senti suas mãos pressionarem meus pulsos contra o piso gélido do banheiro, mas lembro de você se abaixar e depositar um breve selar em meus lábios. Uma garota havia me beijado. Mais tarde, você descobriu que eu nunca tinha beijado ninguém antes do incidente no banheiro. Você pediu desculpas e eu não lembro do que eu disse para você, se é que eu realmente disse alguma coisa. Só lembro que mais tarde houveram alguns problemas familiares e você teve que se mudar. Eu senti sua falta. Talvez não da maneira certa, mas eu senti.

Querido primeiro amor, você me machucou. Eu lhe conheci no final de março, dia 24 de março de 2016 para ser mais específica. Você me mandou uma dm no Instagram perguntando quando eu postaria mais fotos e nós fomos conversando. Você não era daqui, morava no estado vizinho, mas isso não me impediu de me apaixonar por você. Lembro do frio na barriga que eu sentia quando recebia uma mensagem sua, ou quando lia um: "eu te amo" vindo de você. Para ser sincera, até agora, eu nunca amei ninguém como você e penso seriamente que não amarei porque, até agora, ninguém chegou aos seus pés. Eu lhe mandei um presente de aniversário pelos Correios. Preciso confessar que me arrependo levemente de ter lhe dado de presente meu CD do Arctic Monkeys. Sinto falta do CD, assim como eu sinto sua falta de vez em quando. No final, nos afastamos. Tomamos rumos diferentes e você optou por seguir sua vida na companhia de outro alguém. De início, doeu, mas eu não lhe julgo por isso, afinal, somos todos vulneráveis a sentimentos e você mesmo disse que era um mero mortal. Já escrevi uma fanfic sobre isso e tenho certeza absoluta que você nunca a lerá, mas saiba que depositei o que restava dos meus sentimentos por você nela.

Querido primeiro ficante, você é mais do que memorável. Estaria mentindo se dissesse que não tive sorte grande em lhe encontrar. Nos conhecemos no final de agosto desse ano e ao meu ver, você sempre pareceu tão atrativo. Você era e acho que continua sendo engraçado no sentido mais negro da palavra. Por outro lado, eu acho que nunca me senti tão bem com alguém. Você fazia com que eu me sentisse em casa mesmo que estivesse fora dela e confesso que eu ainda acho isso incrível. Eu ando sentindo sua falta esses dias, acredita? Sinto falta do seu abraço casa (como diria Anavitória), do seu beijo, do seu sorriso, das suas piadinhas bobas, do modo como sua mão se entrelaçava com a minha, mas principalmente desse seu jeitinho... Ah, esse jeitinho. Acho que eu nunca vou aprender a superar esse seu jeitinho, garoto. Foi tudo tão especial que agora é difícil descrever novamente em palavras, e eu usufruí de tanta delas para descrever nossos três encontros em uma série de escritos na qual você os protagonizou. É triste pensar que não duramos muito tempo, mas eu também não lhe julgo por isso, já que talvez não fosse a hora certa para se apaixonar. Mas, no final das contas, você foi o frio na barriga que eu nunca tive.
Assim como Lara Jean, de Para todos os garotos que já amei, resolvi que precisava expor meus amores em cartas, porém resolvi que postá-las aqui seria melhor do que escrevê-las em folhas pautadas e botá-las em envelopes com o endereço de cada um deles. Enfim, essas foram minhas cartas de amor. Espero que tenham gostado.

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Sobre Favourite Worst Nightmare e trabalhos de sociologia

Estou viciada nas músicas de Favourite Worst Nightmare. As queridinhas do meu coração são Brianstorm, Teddy PickerD is for Dangerous, Do Me a Favour e Old Yellow Bricks. Preciso fazer um trabalho de Sociologia sobre trabalho (irônico, não?), tanto que estou o fazendo no momento. Devo fazer um texto de 45 linhas, sendo 15 linhas para o passado, o presente e o futuro sobre minhas experiências e expectativas em relação ao mercado de trabalho. Sinceramente, parece ser algo bem simples, mas não consigo me recordar daquilo que eu deseja ser quando era criança. Só consigo lembrar que por volta dos meus 10 anos, eu queria ser meteorologista; e mais tarde, com 12, 13 anos, eu queria ser estilista. Chega a ser bobo pensar que eu carregava um bloquinho sem pauta para cima e para baixo com desenhos daquilo que seriam minhas futuras peças. Lembro até mesmo que ouvir de uma das minhas amigas que eu desenharia o vestido de 15 anos dela. No final, eu não desenhei porcaria nenhuma, mas é uma das coisas mais animadoras que lembro de ter ouvido quando mais nova porque acho que foi uma das primeiras vezes (se não a primeira) na vida em que eu me senti valorizada. Enfim, é ao som de Only Ones Who Know que me despeço nesse post. Espero que você esteja tendo uma ótima semana e muito obrigada a você que leu até aqui. Um beijo e até mais.

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Aquela estabilidade emotiva pré-ENEM

Estranhamente, não estou sentindo nada em relação ao fato de que faltam menos de 48 horas para o ENEM. Sinto que ano passado eu estava mais pilhada nessa época. Ainda não sei se vejo isso como algo positivo ou negativo. Não me sinto nervosa, nem tão ansiosa quanto antes. Me sinto tão calma que chega a ser estranho. Meu único temor é não chegar ao local de prova no horário exigido. Imagina: eu, Katherine, virando meme no #showdosatrasados? Por outro lado, consegui dormir sem acordar no meio da madrugada depois de semanas acordando de supetão por motivos que desconheço. Estou chegando na metade de Quem é você, Alasca? e redescobrindo o porquê do livro ser dividido em antes e depois. Ontem fiz uma pacto com meu melhor amigo: prometemos que não faltaremos aula no mês de novembro (mesmo que ambos tenhamos faltado a aula ontem). Me desejem sorte e força de vontade para cumprir essa nova meta. Acho que sairei esse final de semana, mas ainda não tenho certeza absoluta, mas espero que sim. E vocês? Ao contrário de mim, estão indo na aula direitinho? Alguma novidade à vista? Me contem. Estou doida para saber. Vamos ficando por aqui, meus caros. Um beijo e até mais.

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Para ser honesto consigo mesmo

Não sei ao certo como começar esse post. Sinto que tenho muitas coisas para contar e ao mesmo tempo nada a comentar, então eu realmente não sei como e muito menos por onde começar. Primeiramente, minhas sessões de estudos à tarde foram para o brejo, assim como minha vontade de estudar. Ando faltando aula como nunca e meus pais estão cada vez mais preocupados com a probabilidade de eu simplesmente ter que repetir o terceiro ano por falta, mesmo que meus cálculos insistam que posso faltar mais umas 17 vezes até bater meu limite de 25% de faltas; segundamente, o ocorrido de sábado passado me assombra até o último fio de cabelo. Basicamente, o episódio começou comigo inventando de aceitar sair com um garoto para tomar sorvete e a história terminou em uma Katherine só de calcinha no colo do benedito. No comments when it comes to it. Preciso comentar que estou pasma comigo mesma em relação ao acontecimento? Sinceramente, eu me sinto suja. Perdi a conta de quantas vezes me denominei como puta porque eu se quer conhecia o garoto e simplesmente deixei que aquilo acontecesse. Sinto que ainda não estou preparada psicologicamente para esse tipo de coisa e acho que minha psicóloga concorda comigo, já que discutimos sobre isso ontem. Mais uma vez, retomei a ler Quem é você, Alasca? e espero conseguir finalizá-lo desta vez, já que é a terceira vez que estou (re)lendo e eu acabei por deixá-lo pela metade nas duas primeiras tentativas de leitura. Além do mais, sinto que o tempo anda passando rápido demais de uns tempos para cá. Parece que os dias passam voando e eu fico parada, sendo uma expectadora do mundo. Porém, me sinto aliviada ao ver que os dias estão passando tão rápido. Afinal, significa que minhas aulas estão acabando e eu terei mais um ano pela frente para me preparar tanto para o vestibular, quanto para o ENEM. Falando em ENEM, me sinto extremamente ansiosa em relação a prova. Vi o local em que farei a prova e acabei por ficar na mesma escola em que estudo. Enfim, acho que era só isso. Me sinto mais leve em poder desabafar aqui. Muito obrigada a você que leu até aqui e até mais.

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Quando você finalmente sente que está evoluindo de aluno para estudante

Acreditem ou não, mas eu finalmente tomei vergonha na cara para estudar para o ENEM faltando menos de um mês para o bendito. Acho que eu só funciono sob pressão. Confesso que estou feliz com o fato de que estudei quatro períodos de vinte e cinco minutos cada (com um intervalo de 5 minutos entre eles). Admito que ainda não estudei tanto quanto gostaria, mas acho que nesse caso eu estou querendo dar um passo maior que a perna, já que não possuo o hábito de estudo e quero passar a tarde inteiro vendo vídeo-aulas e rascunhando em folhas de papel. No final, acabei fazendo 11 questões de vestibular sobre Grécia Antiga (acertei 7) e 12 sobre Globalização (só acertei 3). Já sabemos que possuo certa dificuldade em Geografia. Estou pensando em refazer os ENEMs anteriores para treinar no intuito de diminuir meu nervosismo e me sentir mais familiarizada com as questões na hora da prova. Faltando menos de três semanas para o ENEM, preciso confessar que estou botando altas expectativas em mim mesma. É meu último ano, o famigerado terceirão, e eu espero me sair bem o suficiente para conseguir ingressar no curso de Escrita Criativa da PUCRS. O triste é que o curso que eu quero só tem na PUCRS, então eu me sinto um tanto quanto pressionada a entrar porque eu só terei essa oportunidade novamente fazendo o vestibular, o que ao meu ver não é uma boa opção porque suponho que minhas chances de entrar na universidade por meio do ENEM são mais fáceis do que prestando o vestibular. Mas e vocês? Também sofrem com problemas de pessoas que estão no último ano ou ainda faltam alguns anos? Para aqueles que também forem fazer o ENEM daqui algumas semanas, desejo-lhes meu "boa sorte". Enfim, meus caros, vamos ficando por aqui. Um beijo e até mais.

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Deusa da Destruição: um pequeno histórico de estragos pt. 5

Guess who's back? Enfim, meus caros, trago a vocês a última parte de Deusa da Destruição: um pequeno histórico de estragos. Finalmente, né? Três anos depois, consegui completar a saga mais destruidora dessa blogsfera. Foram inúmeros estragos nesses meses em que estive fora do Indie, e confesso que rachei a cuca para relembrar ao máximo de tudo o que destruí nesse meio tempo. Mas e aí? Estão preparados para mais uma série de estragos e destruições vindas de ninguém mais, ninguém menos do que euzinha da Silva?