segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Final de ano é sempre meio estranho, né?

Hoje tive que apresentar um trabalho de Filosofia sobre Silvio Romero. Confesso que não estava preparada. Na verdade, acho que eu nunca me sinto preparada quando se trata de apresentações de trabalhos. Felizmente, eu e meu amigo nos saímos bem. Sei que nós garantimos a nota, pelo menos. Sinto que o tempo está passando rápido demais. Acho que é o sentimento de ressaca pós-ENEM. Além do mais, terminei de ler Quem é você, Alasca? e agora não sei qual livro ler. Estou entre Hollywood, do famigerado Bukowski, Macário, do Álvares de Azevedo, Boa Noite, da Pam Gonçalves, e Eleanor & Park, da Rainbow Rowell. Talvez eu leia os quatro ao mesmo tempo. É uma opção tentadora. Comprei Macário quando saí com uma amiga no final de semana e não sabia que se tratava de uma peça teatral. Isso somente me deixa ainda mais curiosa sobre a premissa do livro. Sinto que esse feriado passou voando. Não sei se é o efeito do final do ano, mas parece que tudo está passando rápido demais. Tenho uma prova de Biologia na sexta e eu não sei absolutamente nada sobre o conteúdo. Pressinto que tirarei uma nota baixa. Mas e vocês? Como andam? Muito ocupados? Me contem. Estou doida para saber. Vamos ficando por aqui. Muito obrigada a você que leu até aqui, um beijo e até mais.

sábado, 17 de novembro de 2018

Homosapiens vs. Heterosapiens: uma Markhyuck para guardar no coração

Há mais de uma semana, eu recebi uma notificação no Spirit Fanfics de uma atualização de um dos inúmeros perfis que eu sigo. Inicialmente, eu não dei muita atenção para isso, até que nessa quarta-feira eu tive dois períodos livres de Português e resolvi ler alguma coisa nesse meio tempo sem nada para fazer. E por mais que eu tivesse um exemplar de Peter Pan dentro da mochila, optei pelas fanfics. Foi aí que eu me deparei com a notificação de Homosapiens vs. Heterosapiens, uma fanfic yaoi que eu particularmente achei tão maravilhosa que tive que vir aqui compartilhá-la com vocês.

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Algo como a premissa da vida

Infelizmente, não tenho muitas coisas para contar dessa vez. Fiz a prova do ENEM ontem e acabei dando as caras com questões que eu sabia o conteúdo, o que foi um milagre, por mais que meu número de acertos continue baixo. Faltei aula de novo e meu pai está mais do que convicto de que vou rodar por falta, mas meus cálculos insistem que posso faltar mais dez vezes. Sinto que eu o desaponto demais, mas juro que não faço isso de propósito. Eu realmente não aguento mais ir à escola e por mais que ele diga que falta somente um mês, isso não me anima a continuar, muito pelo contrário: sinto que isso me desanima ainda mais. Mas uma coisa é certa: ou eu aguento mais um mês, ou eu aguento mais um ano, e eu sinceramente prefiro a primeira opção, por mais difícil que seja. É nessas horas que eu desejo ter um terceiro ano como a nona série, que eu tenho quase que certeza absoluta que foi uma das melhores turmas que eu já tive porque, por mais que eu não falasse com todo mundo, era uma turma na qual eu me sentia confortável. Acho que desde que eu entrei no Ensino Médio, que foi meu monstro de sete cabeças desde que saí do Fundamental, eu não me sinto mais bem-vinda. Não é como se eu fosse o clichê de fanfic da garota solitária; eu tenho amigos, mas vocês nunca pararam para se questionar como seria se você não estivesse ali e se isso faria alguma diferença? Ando me questionando arduamente sobre isso. Acho que talvez eu esteja tendo uma crise existencial. Enfim, gostaria de agradecer a você que leu até aqui. Muito obrigada por ler meus sentimentos. Espero que você esteja tendo um ótimo início de semana.

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Para todxs xs garotxs que já amei

Querido primeiro beijo, acho que você não sabia o que estava fazendo quando me beijou. Lembro exatamente do dia em que isso aconteceu: foi numa sexta-feira, dia 19 de junho de 2015, uma semana depois do dia dos namorados. Sei que é bizarro eu lembrar tão nitidamente de um momento como aquele, mas é que foi algo inevitavelmente memorável. Verdade ou desafio. Eu, você e mais duas amigas no banheiro da escola. Giramos a garrafa e caiu em mim e na loira. "Verdade ou desafio?", "Desafio", "Beija a Dieny". Simples assim. Em um minuto, você estava na minha frente; no outro, você subiu em cima de mim. Eu me senti em um anime yuri ao ter uma garota de quatro em cima de mim. Não lembro ao certo se eu literalmente ri de nervoso quando senti suas mãos pressionarem meus pulsos contra o piso gélido do banheiro, mas lembro de você se abaixar e depositar um breve selar em meus lábios. Uma garota havia me beijado. Mais tarde, você descobriu que eu nunca tinha beijado ninguém antes do incidente no banheiro. Você pediu desculpas e eu não lembro do que eu disse para você, se é que eu realmente disse alguma coisa. Só lembro que mais tarde houveram alguns problemas familiares e você teve que se mudar. Eu senti sua falta. Talvez não da maneira certa, mas eu senti.

Querido primeiro amor, você me machucou. Eu lhe conheci no final de março, dia 24 de março de 2016 para ser mais específica. Você me mandou uma dm no Instagram perguntando quando eu postaria mais fotos e nós fomos conversando. Você não era daqui, morava no estado vizinho, mas isso não me impediu de me apaixonar por você. Lembro do frio na barriga que eu sentia quando recebia uma mensagem sua, ou quando lia um: "eu te amo" vindo de você. Para ser sincera, até agora, eu nunca amei ninguém como você e penso seriamente que não amarei porque, até agora, ninguém chegou aos seus pés. Eu lhe mandei um presente de aniversário pelos Correios. Preciso confessar que me arrependo levemente de ter lhe dado de presente meu CD do Arctic Monkeys. Sinto falta do CD, assim como eu sinto sua falta de vez em quando. No final, nos afastamos. Tomamos rumos diferentes e você optou por seguir sua vida na companhia de outro alguém. De início, doeu, mas eu não lhe julgo por isso, afinal, somos todos vulneráveis a sentimentos e você mesmo disse que era um mero mortal. Já escrevi uma fanfic sobre isso e tenho certeza absoluta que você nunca a lerá, mas saiba que depositei o que restava dos meus sentimentos por você nela.

Querido primeiro ficante, você é mais do que memorável. Estaria mentindo se dissesse que não tive sorte grande em lhe encontrar. Nos conhecemos no final de agosto desse ano e ao meu ver, você sempre pareceu tão atrativo. Você era e acho que continua sendo engraçado no sentido mais negro da palavra. Por outro lado, eu acho que nunca me senti tão bem com alguém. Você fazia com que eu me sentisse em casa mesmo que estivesse fora dela e confesso que eu ainda acho isso incrível. Eu ando sentindo sua falta esses dias, acredita? Sinto falta do seu abraço casa (como diria Anavitória), do seu beijo, do seu sorriso, das suas piadinhas bobas, do modo como sua mão se entrelaçava com a minha, mas principalmente desse seu jeitinho... Ah, esse jeitinho. Acho que eu nunca vou aprender a superar esse seu jeitinho, garoto. Foi tudo tão especial que agora é difícil descrever novamente em palavras, e eu usufruí de tanta delas para descrever nossos três encontros em uma série de escritos na qual você os protagonizou. É triste pensar que não duramos muito tempo, mas eu também não lhe julgo por isso, já que talvez não fosse a hora certa para se apaixonar. Mas, no final das contas, você foi o frio na barriga que eu nunca tive.
Assim como Lara Jean, de Para todos os garotos que já amei, resolvi que precisava expor meus amores em cartas, porém resolvi que postá-las aqui seria melhor do que escrevê-las em folhas pautadas e botá-las em envelopes com o endereço de cada um deles. Enfim, essas foram minhas cartas de amor. Espero que tenham gostado.

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Sobre Favourite Worst Nightmare e trabalhos de sociologia

Estou viciada nas músicas de Favourite Worst Nightmare. As queridinhas do meu coração são Brianstorm, Teddy PickerD is for Dangerous, Do Me a Favour e Old Yellow Bricks. Preciso fazer um trabalho de Sociologia sobre trabalho (irônico, não?), tanto que estou o fazendo no momento. Devo fazer um texto de 45 linhas, sendo 15 linhas para o passado, o presente e o futuro sobre minhas experiências e expectativas em relação ao mercado de trabalho. Sinceramente, parece ser algo bem simples, mas não consigo me recordar daquilo que eu deseja ser quando era criança. Só consigo lembrar que por volta dos meus 10 anos, eu queria ser meteorologista; e mais tarde, com 12, 13 anos, eu queria ser estilista. Chega a ser bobo pensar que eu carregava um bloquinho sem pauta para cima e para baixo com desenhos daquilo que seriam minhas futuras peças. Lembro até mesmo que ouvir de uma das minhas amigas que eu desenharia o vestido de 15 anos dela. No final, eu não desenhei porcaria nenhuma, mas é uma das coisas mais animadoras que lembro de ter ouvido quando mais nova porque acho que foi uma das primeiras vezes (se não a primeira) na vida em que eu me senti valorizada. Enfim, é ao som de Only Ones Who Know que me despeço nesse post. Espero que você esteja tendo uma ótima semana e muito obrigada a você que leu até aqui. Um beijo e até mais.

sábado, 3 de novembro de 2018

Vamos falar de coisa boa: vamos falar de amor

Droga, caí nessa de novo. Por que eu não consigo não me apaixonar por muito tempo? Acho que você é maravilhosa demais para não possuir meus melhores sentimentos. Talvez seja pura impressão minha, mas você é tão... Você é tão você. Sei lá, esse seu jeitinho me agrada. Não sei se você sabe, mas eu adoro observar as pessoas e pode ter certeza que eu adoraria passar a tarde observando você e esse seu jeitinho. Ah, maldito seja esse jeitinho que deixa que a bobeira tome meus lábios tão rápido quanto meus batimentos cardíacos. E bendito seja você e essa euforia que você me causa. Pois é, minha cara, não posso mais negar: talvez você seja mesmo a real causa da minha euforia.
Inspirado em: www

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Aquela estabilidade emotiva pré-ENEM

Estranhamente, não estou sentindo nada em relação ao fato de que faltam menos de 48 horas para o ENEM. Sinto que ano passado eu estava mais pilhada nessa época. Ainda não sei se vejo isso como algo positivo ou negativo. Não me sinto nervosa, nem tão ansiosa quanto antes. Me sinto tão calma que chega a ser estranho. Meu único temor é não chegar ao local de prova no horário exigido. Imagina: eu, Katherine, virando meme no #showdosatrasados? Por outro lado, consegui dormir sem acordar no meio da madrugada depois de semanas acordando de supetão por motivos que desconheço. Estou chegando na metade de Quem é você, Alasca? e redescobrindo o porquê do livro ser dividido em antes e depois. Ontem fiz uma pacto com meu melhor amigo: prometemos que não faltaremos aula no mês de novembro (mesmo que ambos tenhamos faltado a aula ontem). Me desejem sorte e força de vontade para cumprir essa nova meta. Acho que sairei esse final de semana, mas ainda não tenho certeza absoluta, mas espero que sim. E vocês? Ao contrário de mim, estão indo na aula direitinho? Alguma novidade à vista? Me contem. Estou doida para saber. Vamos ficando por aqui, meus caros. Um beijo e até mais.

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Pois é, eu era uma criança bem medrosa

Preciso confessar que eu adoro o Halloween, tanto que já saí para pedir doces por aí uns anos atrás e acabei voltando para casa com um pacote de bolacha Maria debaixo do braço, o que é um tanto engraçado. E novamente, meus caros, trago a vocês mais uma blogagem coletiva do Together! Desta vez, os temas são medos de infância e histórias reais de terror; porém, eu não tenho nada de assustador para contar, só os medos bobos que eu tinha quando criança. E aí? Preparados para rir da minha cara?

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Para ser honesto consigo mesmo

Não sei ao certo como começar esse post. Sinto que tenho muitas coisas para contar e ao mesmo tempo nada a comentar, então eu realmente não sei como e muito menos por onde começar. Primeiramente, minhas sessões de estudos à tarde foram para o brejo, assim como minha vontade de estudar. Ando faltando aula como nunca e meus pais estão cada vez mais preocupados com a probabilidade de eu simplesmente ter que repetir o terceiro ano por falta, mesmo que meus cálculos insistam que posso faltar mais umas 17 vezes até bater meu limite de 25% de faltas; segundamente, o ocorrido de sábado passado me assombra até o último fio de cabelo. Basicamente, o episódio começou comigo inventando de aceitar sair com um garoto para tomar sorvete e a história terminou em uma Katherine só de calcinha no colo do benedito. No comments when it comes to it. Preciso comentar que estou pasma comigo mesma em relação ao acontecimento? Sinceramente, eu me sinto suja. Perdi a conta de quantas vezes me denominei como puta porque eu se quer conhecia o garoto e simplesmente deixei que aquilo acontecesse. Sinto que ainda não estou preparada psicologicamente para esse tipo de coisa e acho que minha psicóloga concorda comigo, já que discutimos sobre isso ontem. Mais uma vez, retomei a ler Quem é você, Alasca? e espero conseguir finalizá-lo desta vez, já que é a terceira vez que estou (re)lendo e eu acabei por deixá-lo pela metade nas duas primeiras tentativas de leitura. Além do mais, sinto que o tempo anda passando rápido demais de uns tempos para cá. Parece que os dias passam voando e eu fico parada, sendo uma expectadora do mundo. Porém, me sinto aliviada ao ver que os dias estão passando tão rápido. Afinal, significa que minhas aulas estão acabando e eu terei mais um ano pela frente para me preparar tanto para o vestibular, quanto para o ENEM. Falando em ENEM, me sinto extremamente ansiosa em relação a prova. Vi o local em que farei a prova e acabei por ficar na mesma escola em que estudo. Enfim, acho que era só isso. Me sinto mais leve em poder desabafar aqui. Muito obrigada a você que leu até aqui e até mais.

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Quando você finalmente sente que está evoluindo de aluno para estudante

Acreditem ou não, mas eu finalmente tomei vergonha na cara para estudar para o ENEM faltando menos de um mês para o bendito. Acho que eu só funciono sob pressão. Confesso que estou feliz com o fato de que estudei quatro períodos de vinte e cinco minutos cada (com um intervalo de 5 minutos entre eles). Admito que ainda não estudei tanto quanto gostaria, mas acho que nesse caso eu estou querendo dar um passo maior que a perna, já que não possuo o hábito de estudo e quero passar a tarde inteiro vendo vídeo-aulas e rascunhando em folhas de papel. No final, acabei fazendo 11 questões de vestibular sobre Grécia Antiga (acertei 7) e 12 sobre Globalização (só acertei 3). Já sabemos que possuo certa dificuldade em Geografia. Estou pensando em refazer os ENEMs anteriores para treinar no intuito de diminuir meu nervosismo e me sentir mais familiarizada com as questões na hora da prova. Faltando menos de três semanas para o ENEM, preciso confessar que estou botando altas expectativas em mim mesma. É meu último ano, o famigerado terceirão, e eu espero me sair bem o suficiente para conseguir ingressar no curso de Escrita Criativa da PUCRS. O triste é que o curso que eu quero só tem na PUCRS, então eu me sinto um tanto quanto pressionada a entrar porque eu só terei essa oportunidade novamente fazendo o vestibular, o que ao meu ver não é uma boa opção porque suponho que minhas chances de entrar na universidade por meio do ENEM são mais fáceis do que prestando o vestibular. Mas e vocês? Também sofrem com problemas de pessoas que estão no último ano ou ainda faltam alguns anos? Para aqueles que também forem fazer o ENEM daqui algumas semanas, desejo-lhes meu "boa sorte". Enfim, meus caros, vamos ficando por aqui. Um beijo e até mais.